domingo, 11 de março de 2012

2012 instalação de 2 prados de regadio em Barreiras

Galeria Fotográfica
PRADOS PERMANENTES DE REGADIO

FERTIREG é uma gama de misturas de gramíneas e leguminosas perenes, com elevada produção de erva de qualidade e boa persistência. São capazes de melhorar consideravelmente a rentabilidade das explorações agro-pecuárias, que disponham de água de rega, permitindo:



Aumentar substancialmente a produção de erva de qualidade durante a época seca
Melhorar a rentabilidade da produção de leite e carne de qualidade
Facilitar a recria e engorda de animais jovens
Aumentar a taxa de reprodução das fêmeas


 



FERTIREG I – indicada para os solos ácidos a neutros das regiões com Verão seco e quente do interior centro e sul da Península Ibérica. A sua utilização é feita sobretudo em pastoreio, mais ou menos intensivo, com ovinos e bovinos. Necessita entre 7.000 e 10.000 m3/ha de água, consoante região e ano, distribuídos entre Maio e Setembro

Mel



Mel em que predomina o pólen de Eucaliptus spp. (menos de 40%). A região do Alentejo é a segunda maior do país em número de colmeias. Os méis do Alentejo obtiveram os primeiros lugares em concursos internacionais, em Espanha e Itália.

No processo de fabrico não é permitida a alimentação artificial das colónias de abelhas. As colmeias utilizadas são de quadros móveis, com menos de 5 anos de uso. A colheita do mel é feita a partir de favos completamente operculados e sem criação. A cresta é feita, preferencialmente, através do sistema de pressão de ar ou pelo sistema tradicional de escova de abelhas, sendo proibido o uso de repelentes. A desoperculação dos quadros pode ser feita pelo sistema tradicional (com facas e água a ferver), ou por sistemas eléctricos ou a vapor, desde que estes não alterem as características do mel. Em todas as fases de extracção e decantação do mel, a temperatura nunca pode exceder os 45ºC.

Apresenta-se sob a forma de centrifugado, podendo estar cristalizado, devidamente identificado e embalado em frascos de vidro

sábado, 10 de março de 2012

Produzimos somente 74% !...




Portugal só consegue produzir 74 por cento da carne que consome, refere um estudo que o observatório das importações alimentares hoje divulgou e que dá conta de uma dependência das importações no sector, quando aumentam os preços dos bens alimentares.
O Observatório dos Mercados Agrícolas e das Importações Agro-Alimentares (OMAIAA) alerta que o aumento da produção de carne «não tem sido suficiente para acompanhar o crescimento do consumo nacional de carne, pelo que a dependência da oferta externa é uma característica que se acentua nesta fileira».

De acordo com o estudo do OMAIAA, o grau de auto aprovisionamento total médio no sector da carne fica perto dos 74 por cento, com maior produção no sector das carnes de aves, em que Portugal quase se basta a si próprio e uma baixa capacidade de auto-aprovisionamento nas carnes de bovino, suíno e ovino e caprino.

«Na última década, tem havido um pequeno crescimento generalizado em quase todos os sectores da produção animal. No entanto, do ano 2008 para 2009, houve um decréscimo nos sectores da carne de bovino, suíno e ovino e caprino, sendo o das aves e ovos o único cuja produção subiu dois por cento nestes dois anos», refere a análise do observatório.

Portugal consegue assegurar 92 por cento da produção de carne de aves, mas a produção das restantes «apresenta valores reduzidos», em especial na carne de bovino, em que a produção se fica pelos 52 por cento, acrescenta o estudo.

«Face ao grau de auto-aprovisionamento registado, o saldo da balança comercial é, no geral, acentuadamente negativo. A pressão da oferta externa faz-se sentir em todo o sector da carne com muita intensidade, com os principais fornecedores a pertencerem à União Europeia, os quais asseguram 95 por cento do volume importado», refere.

«No entanto, nos últimos anos tem vindo a aumentar o volume de importações de países terceiros, em particular da América do Sul», referem ainda as conclusões deste estudo sobre a evolução da balança de pagamentos no sector das carnes.

As variações nos preços dos cereais e da soja - bases das rações para alimentar animais – contribuem também, segundo o OMAIAA, para a incerteza nos preços da carne, cuja produção representa cerca de um quarto da produção agrícola portuguesa.

Segundo a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), os preços das matérias-primas alimentares estão aos níveis mais altos de sempre.

Os números do Instituto Nacional de Estatística mostram que o saldo entre as exportações e as importações de alimentos – o défice alimentar - aumentou 23,7 por cento entre 1999 e 2009, totalizando 3,3 mil milhões de euros.

O Banco Mundial alertou recentemente que o preço dos bens alimentares aumentou 15 por cento em média, entre Outubro de 2010 e Janeiro de 2011.

Lusa/SOL

quinta-feira, 1 de março de 2012

Bebidas que caracterizam Montemor - o - Novo

DESTILARIA MONTEMORENSE
Fundada em 1893 em Montemor-O-Novo, a destilaria ficou conhecida até aos dias de hoje, tendo ganho vários prémios a nível mundial, pelo Poejo Montemorense (Licor de Poejo) e Granito Montemorense (Licor de Granito- um anisado destilado).



quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Montemor-o-Novo - O que visitar!...

Castelo de Montemor-o-Novo




















Museu de Arqueologia de Montemor-o-Novo














Museu da Sala de História da Cidade de Montemor-o-Novo











Museu Agrícola de Montemor-o-Novo


















Núcleo Museológico do Convento de São Domingos



















Gruta do Escoural























Menires da Pedra Longa








Anta Grande da Comenda da Igreja ou Anta Grande da Herdade da Comenda












Cromeleque dos Cuncos

















Fonte dos cavaleiros





















Igreja de Nossa Senhora da Visitação




















Igreja do Calvario























Parque Urbano




















Paneis de azuleijos no mercado municipal


















Clube de tennis




















Praça de touros
































Igreja da masericordia